Divulgação Cósmica: A Vida numa Nave de Pesquisa.

Season 1, Episode 4


admin    21 Jul 2015

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DW: Tudo bem, bem-vindo ao programa. Sou o vosso anfitrião, David Wilcock e temos aqui Corey Goode, um homem verdadeiramente notável com quem estamos a falar, que se apresentou como informador, descrevendo-nos este extraordinário mundo novo que tem sido referido como Programa Espacial Secreto. Corey, o âmbito deste programa pode ter difícil de ser aceite por algumas pessoas. Admite-se que fomos à Lua em 1969. Algumas pessoas diriam que, aparentemente, fomos à Lua. Mas parece que, pelo menos, fizemos alguma coisa real sobre a Lua e depois nunca mais lá voltámos. Eles colocaram lá a bandeira. Levaram a cabo algumas missões e oh... acabou-se. Vimos o que precisávamos de ver. Contudo, penso que se você pensasse em estabelecer pessoas fora da Terra, a maioria dessas pessoas, se pudesse mesmo imaginá-lo, diria: “Bem, provavelmente, não é tanto assim”. Qual é o alcance real daquilo com que estamos a lidar? Quando a verdade vier à superfície, que informação é que vamos ter?

CG: Bem, vai ser esmagador quando souberem que há uma vasta infra-estrutura completa em todo o Sistema Solar, desde operações de mineração no cinturão de asteróides, nas luas e nos planetas, a fim de adquirir matérias-primas para os complexos industriais que produzem tecnologias. E que há colónias de seres humanos a trabalhar nesses complexos industriais e que apoiam esta grande máquina industrial que é todo o nosso Sistema Solar.

DW: Não poderíamos construir uma base dentro de um planeta gasoso, não é verdade? Pois fica muito quente e há demasiada pressão de ar?

CG: Sim, demasiada pressão.

DW: Então, se quisermos procurar essas colónias, onde deveríamos investigar?

CG: Basicamente, o que designamos como colónias são as áreas onde vivem famílias e pessoas.

DW: Ok

CG: Há também todo o género de instalações. Há alojamentos ocos dentro de asteróides onde se extraíram minerais. Existem também espalhados por Marte, no subsolo, claro, por baixo da superfície de Marte, em várias luas gigantescas de gás e até mesmo na nossa Lua.

DW: Poderia tentar dar-nos uma estimativa de quantas instalações ou lugares diferentes foram construídos, digamos, no nosso Sistema Solar?

CG: No nosso Sistema Solar, existem só em Marte, desde pequenos postos avançados de segurança que alojam de 18 a 40 pessoas a instalações que flutuam ao redor dele, em diversos pontos Lagrange, em todo o Sistema Solar.

DW: Poderia dizer-nos o que é um ponto de Lagrange?

CG: São áreas entre planetas ou corpos celestes que têm uma força gravitacional contínua ou uma força gravitacional igual em todas as áreas onde podem ter uma espécie de ponto de geosincronicidade ou de geostática, ou um ponto onde permanecem parados. Realmente não tenho o número exacto. Há centenas de instalações lá fora, no Espaço exterior.

DW: Quais seriam algumas das maiores de instalações, em termos de número de efectivos? Quantos tripulantes teriam?

CG: Bem, falamos de colónias. Estamos a referir algumas das maiores, que têm mais de um milhão de habitantes.

DW: De facto?

CG: Sim.

DW: O que o levaria pensar que haveria uma população desse tamanho?

CG: Não penso haver muitas que tenham uma grande população, mas há muitas mais que têm centenas de milhares de habitantes.

DW: Será que se torna mais frio e mais difícil viver num lugar, quanto mais nos distanciamos do sol?

CG: É aí que surge a tecnologia avançada.

DW: Ok.

CG: Podemos produzir condições de vida que são confortáveis para nós, em qualquer parte. E até podemos produzir a *ressonância Schumann , que ocorre aqui na Terra. A Terra emite uma certa ressonância vibratória que mantém as plantas e os seres humanos saudáveis, essa Ressonância Schumann é canalizada para as naves espaciais e para as instalações e colónias, a fim de ajudar a manter as pessoas saudáveis. A pressão barométrica e a gravidade ficam assim controladas.

DW: Ia precisamente perguntar sobre a gravidade. Obviamente, a Terra tem uma certa massa e a aceleração gravitacional, é proporcional à massa da Terra. Assim, nas luas, a NASA acredita - eles falam sobre isso - que iria fazer ricochete. Então, como é que a compensam, se ela for menor?

CG: Bem, eles criam a gravidade colocando chapas, exactamente como fazem nas naves, interligando as chapas que estão no chão, às quais aplicam electricidade, que cria um campo electro-gravitacional, que irá dar origem à gravidade artificial.

DW: Quais são os tamanhos das placas? Elas variam?

CG: Bem, as placas variam de tamanho, porque há corredores de tamanho diferente. Mas há placas com cerca de 2-3 polegadas de espessura que se interligam como os brinquedos de blocos de construção das crianças, que se interligam ou se encaixam.

DW: Então, poder-nos-ia informar um pouco mais sobre quais seriam as principais categorias? Você disse que um tipo de categoria de um lugar que seria construído, seria uma instalação onde as pessoas vivem. Seguem um conceito estritamente utilitário, como várias salas onde há beliches, ou têm um átrio amplo com uma cascata? Têm grandes áreas comuns de reuniões e auditórios?

CG: De um modo geral, quando estava na nave de pesquisa, não íamos visitá-los. Pertenciam à ICC (Interplanetary Corporate Conglomerate = Conglomerado Empresarial Interplanetário). Eram colónias que pertenciam à empresa. Se não tivessem um funcionário capaz de consertar uma peça fundamental das máquinas ou da tecnologia danificada, havia geralmente um especialista a bordo da nossa nave de investigação que tinha esse conhecimento. Então, nessas ocasiões especiais, éramos autorizados a ir para as colónias, sob ordens estritas de não falar ou interagir com qualquer das pessoas das instalações ou das colónias. Estávamos sob escolta armada. Não nos ofereciam passeios ou uma refeição. Éramos escoltados directamente para o local para onde iríamos fazer a manutenção e, em seguida, escoltados directamente para a nossa nave, para partir.

DW: E enquanto estava a fazer esse trabalho poderia vir à Terra sempre que quisesse?

CG: Não. Estávamos a cumprir o nosso contracto "20 anos ou que for preciso". Estávamos totalmente desligados da Terra, das notícias e de tudo relacionado com a Terra. Não recebíamos qualquer notícia ou qualquer programa de televisão ou qualquer informação sobre o que estava a acontecer na Terra.

DW: Era permitido levar livros e revistas consigo para ler?

CG: Não. Nem sequer tínhamos uma foto da nossa família ou qualquer coisa semelhante. Tudo o que tinha foi o que me foi dado quando me alistei.

DW: Falou anteriormente sobre esses ipads de vidro. Conseguia aceder a eles quando estava nessa nave de pesquisa?

CG: Sim. Quando estivesse de plantão.

DW: Ok. Eles sabiam o que você fazia? Havia um registo de vigilância de tudo o que tentasse pesquisar nesses ipads?

CG: Tenho a certeza de que havia. Na nave de pesquisa, era muito mais descontraído do que o que ouço dizer sobre os regulamentos nas naves militares. Designam sempre os cientistas como "eggheads = intelectuais". Eram excelentes. Durante muito tempo, observei os ipads. Tinha muito tempo livre. Todos tinham formação em enfrentr situações de desemprego. Você não tinha só uma profissão. Fui treinado em comunicações e em algumas coisas mais. Mas durante uma grande parte do tempo, estava num dos laboratórios. Quando as outras tarefas estavam concluídas, podia passar muito tempo a pesquisar nos ipads.

DW: Então, vamos falar um pouco de recreio. As pessoas são mais propensas a falar umas com as outras, ou tendem a passar mais tempo com os ipads, ficarem sozinhas e tentarem ler coisas mais interessantes?

CG: Só se tinha acesso aos ipads quando se estivesse de plantão.

DW: Oh, quando você estava de plantão.

CG: Sim, quando estivesse de folga, ou estivesse na cozinha ou sempre que comunicasse com outras pessoas e ouvisse rumores do que estava a acontecer.

DW: Tinha algumas pessoas que considerava serem seus amigos íntimos?

CG: Estava ligado principalmente a alguns dos "intelectuais" ou cientistas, porque passei muito tempo com eles. E foi-me atribuída uma área geral à qual eram habitualmente atribuídas entre 18 a 24 pessoas. Conheço algumas dessas pessoas, mas havia muita rotação das mesmas.

DW: Havia muita rotação de pessoas?

CG: UmHm (sim)

DW: Que tipo de coisas falava com essas pessoas? Quero dizer, para a maioria é difícil assistir ao programa e imaginar como seria viver nesse mundo. Torna-se habitual depois de algum tempo? De vez em quando é aborrecido?

CG: Sim, era muito enfadonho. Falávamos de trabalho. Gostaríamos de falar sobre o que estaria, possivelmente, a acontecer na Terra: às vezes, especulávamos sobre o que as outras pessoas estavam a estudar quando foram designados para estudar certas coisas, apenas o tipo de conversa normal.

DW: Quantas vezes visitou outras instalações quando estava nesta nave de pesquisa? Disse que esteve lá durante 6 anos.

CG: Como disse, foi uma ocasião rara. Realmente, em três ocasiões diferentes visitámos colónias reais e durante várias vezes, complexos industriais para fazer reparações.

DW: Seriam muito semelhantes a instalações fabris…

CG: Semelhantes a fábricas. Houve uma ocasião em que, de facto, fomos para uma operação de mineração situada na cintura de asteróides.

DW: Como eram?

CG: Eram apenas três homens a trabalhar no interior de um asteróide. Manobravam principalmente aparelhos robóticos e de controlo remoto.

DW: Precisamos, apenas, de três funcionários para trabalhar com tudo isso?

CG: Três pessoas que são substituídas rotativamente.

DW: Qual era o tamanho real da construção? Qual era a dimensão do que foi construído nessa área?.

CG: Bem, era um asteróide muito grande e tornou-se cada vez maior à medida que lhe extraíram minério.

DW: Como é que pode crescer? Não compreendo.

CG: O espaço interior.

DW: O tamanho do buraco?

CG: O tamanho do espaço interior do buraco foi-se tornando cada vez maior. Podia ver que eles começaram a cavar e estavam a progredir cada vez mais nesse asteróide muito grande.

DW: Então, disse que só visitou três colónias e, depois, outras instalações industriais, mas permaneceu lá fora durante seis anos, o que não parece ser a actividade principal que estava a cumprir.

CG: Não, não foi super-emocionante. A maior parte do que fazíamos era estudar o que penso que você poderia designar como exo-extremófilos. Presumo que a biologia e a ciência moderna vão ter de redefinir o que é a vida. Baseado no que vi, na vida que observei a ser estudada, havia vida plasmática, outras formas de tipo energético da vida, que eram basicamente semelhantes a amibas gigantes que se alimentavam do campo electromagnético de Júpiter. Eles tentaram capturar alguns exemplares. Eram tão grandes, que tentaram obter amostras pequenas que, basicamente, morreram ou, até certo ponto, apodreceram. Não foram capazes de...

DW: O que se passava com esses espécimenes, que levaram o programa espacial a decidir que realmente estavam vivos?

CG: Bem. Não estavam apenas vivos, mostraram sinais de estar conscientes.

DW: A sério?

CG: Sim. Eram auto-conscientes. Tinham características de preservação da vida. Fizeram muitas experiências, submetendo esses seres a testes que, creio, não seriam extremamente éticos, a fim de descobrir...

DW: Bem, presumo que a sua visão convencional típica da vida biológica, é que um ser vivo tem de comer, excretar, locomover-se, respirar...

CG: Neurologia

DW: Certo. Tem de ter células, material biológico...

CG: Sim. É a vida à base de carbono.

DW: Então, esta vida não tem estrutura celular. Não se apresenta como se o plasma estivesse interligado através de células.

CG: Não. Mas comportavam-se como organismos unicelulares na forma como se reproduziam.

DW: Reproduziam-se, de facto?

CG: Sim. Chama-se mitose, quando eles se separam?

DW: Sim, está certo.

CG: E, numa das luas de Júpiter, havia também um pouco de vida no mar, sob o gelo, que foi estudada...

DW: Como na lua Europa?

CG: Sim, era algo semelhante a baleias ou golfinhos.

DW: Era mesmo?

CG: Sim. Portanto, há alguma vida lá fora, no espaço exterior, que os cientistas estão a estudar.

DW: Quão comum era a vida biológica no nosso Sistema Solar? Onde pôde encontrá-la?

CG: Praticamente em todos os lugares, se considerar ao nível microscópico. Está praticamente em todos os lugares. Pode até encontrá-la congelada e a flutuar livremente no espaço.

DW: Certo. Quando avançamos mais além da vida microbiana, você realmente encontra indivíduos pequenos que podem caminhar sobre essas luas, ao redor das luas de Júpiter? Sei que você disse Europa, que é uma lua com água, mas... e sobre uma lua seca? Haveria vida que pudesse subsistir no interior da superfície de uma lua seca?

CG: Há alguma vida em Marte. Há alguma pequena vida animal que, principalmente, constrói galerias, que escava. Há em Marte uma planta que é muito... aquilo que chamaria a algo que cresce num deserto... muito robusta. Havia um arbusto que era roxo e vermelho e que tem espinhos enormes. Era uma espécie de arbusto pequeno e espesso. Tinha folhas pontiagudas que eram semelhantes a espinhos na ponta, e tinham listas roxas e vermelhas.

DW: Como saía para observar os arbustos? Usava um fato especial?

CG: Sim. Um fato leve, e não um fato de pressão forte.

DW: Tinha uma espécie de capacete de vidro?

CG: Sim. E um respirador.

DW: Então, vamos regressar à nave, durante um minuto. Quantas pessoas se alojavam na nave?

CG: Oscilava. Poderiam permanecer 24 pessoas na área que me foi atribuída. Tinha capacidade para 18 a 24 pessoas. Iria mudar.

DW: Então, estavam limitados e tinham de dormir todos juntos num quarto. Como na tropa?

CG: Sim. E tínhamos beliches que estavam nas paredes, e sentávamo-nos no beliche. Cada um se sentava no seu beliche, fechava o divisor e tinha um pequeno organizador onde poderia colocar os artigos que tivesse.

DW: Mantinham-vos num ciclo de 24 horas, como na Terra? É o mesmo tipo de medição do tempo?

CG: Claro.

DW: Eles iluminavam a nave de maneira a indicar ao vosso corpo que estavam submetidos a um ciclo?

CG: Por razões de saúde, tentaram manter um ciclo circadiano   e canalizar a Ressonância Schumann, para manter tudo aquilo a que o corpo humano está habituado. 

DW: Algumas pessoas trabalhavam no turno da noite?.

CG: Ah, sim. As pessoas estavam continuamente de plantão.

DW: Como conseguem obter água? Obviamente, a água na Terra requer um ciclo hidrológico de nuvens e chuvas. Actualmente, a água é tão escassa na Terra, com a seca na Califórnia! Como é que vocês a obtêm, no meio do espaço?

CG: A água não é escassa no Sistema Solar. E quando se está a bordo de uma nave como aquela, diremos que tudo é reciclado.

DW: Então toda a nave é projectada para reciclar tudo.

CG: É um sistema fechado. Um sistema auto-suficiente muito fechado. Sim, tudo é reciclado.

DW: Acaba por tornar-se vegetariano, ou as pessoas que gostam de comer carne ainda têm a oportunidade de comer algo como carne? Como são as refeições?

CG: A qualidade mudou, mas, eles tinham um duplicador que produzia uma certa variedade de refeições. Mas também tinham áreas hidropónicos onde produziam alguns alimentos frescos.

DW: Então, poderia carregar no botão para "cheeseburger" num duplicador e obter um cheeseburger.

CG: Não, não era assim. Não. Poderíamos carregar num botão e obter um pedaço de carne assada em tacho tapado ou algo parecido.

DW: Quais foram os seus pratos favoritos feitos pelo duplicador? Poderia dar-nos uma lista do que...

CG: Gostava muito de obter um assado no tacho com puré de batatas.

DW: Era um assado no tacho muito convincente? Tinha realmente o gosto de carne assada?

CG: Sim. Tinha um sabor excelente.

DW: Saía com a temperatura certa? Ou tinha de aquecê-lo, logo que estivesse feito?

CG: Não, ele saía bem quente.

DW: Podia ver a comida a formar-se lá dentro através de um vidro, ou era escuro?

CG: Basicamente, o tamanho era como o de um micro-ondas. Coloca-se uma travessa sobre a placa, na área projectada para a travessa, fecha-se a porta, prime-se o botão do que quer e o duplicador faz um barulho e aparece. Abre-se o aparelho, tira-se para fora e há comida fumegante.

DW: Que tipo de ruído fazia?

GC: Semelhante a um forno de micro-ondas. Quando duplicam alguma coisa, diria que “estão a imprimir algo”.

DW: Ai, sim?

CG: Sim

DW: Havia um nome para esse dispositivo? Davam-lhe um nome?

GC: Uma impressora.

DW: A sério?

CG: Sim.

DW: Como sabia o que ia obter? Tinha um mostrador digital onde podia escolher a partir de um menu que você percorria ou algo assim?

CG: Se estiver a olhar para um micro-ondas, tem uma certa quantidade botões que pode premir...

DW: Então, havia um botão para assado no tacho?

CG: Sim. Havia um botão para diversas refeições.

DW: E sobre bebidas? Poderia começar como uma limonada ou com um ponche de frutas?

CG: Sim, mas não obtinha através do duplicador. Havia um distribuidor para várias bebidas.

DW: Obtinha os vegetais separadamente do duplicador? Como se estivesse a imprimir uma salada?

CG: Bem, havia alguns vegetais como batatas e coisas assim, mas algumas verduras eram cultivadas por eles.

DW: Ok. Então, se você queria uma salada, a máquina automática de venda da salada estava perto da impressora? Têm um frigorífico, para guardar as verduras?

CG: Quando se vai à área da cozinha há certas coisas que foram preparadas. Por vezes, quando as coisas corriam mal, teria de me alimentar de ovos liofilizados, alimentos de racionamento e coisas assim. Eles tinham uma área de cozinha, onde tinham pessoas que serviam sobras de alimentos.

DW: O que usava quando trabalhava nessa nave?

CG: Macacões.

DW: Então, de peça única?

CG: Sim.

DW: De que cor?

CG: Bem, para designações diferentes, havia cores diferentes. Às vezes azul, às vezes branco. Só dependia da área onde estava a trabalhar.

DW: O que significava o branco?

CG: Branco – Não era realmente a designação de uma tarefa. Se estava a trabalhar na área do laboratório com os "eggheads - intelectuais" ou quaisquer outros, usava o branco. Se estava a trabalhar na área da comunicação, não usava o macacão branco do laboratório.

DW: Se fosse para a frente da nave e, em seguida, caminhasse num ritmo constante para a parte de trás, quanto tempo levaria a fazer todo o circuito?

CG: Não podia andar em linha recta. Era como um labirinto. Provavelmente levaria 30 a 45 minutos de caminhada ao redor, se ficasse no mesmo nível.

DW: Há algum aspecto predominante nas paredes, quando se está lá dentro? Qual é a cor predominante do interior da nave?

CG: Bem, muitas delas eram apenas de cor metalizada. Foi-me dito que muitas das primeiras naves foram construídas por pessoas que construíram submarinos. Por isso, apresentavam o mesmo tipo de aspecto e construção. E para o caso de alguma vez haver um ambiente de zero-G, havia pegas ao longo da parede que se usariam para orientação.

DW: Qual era a altura do tecto no interior da nave?

CG: Provavelmente cerca de oito pés (N.T.: 2, 44 metros).

DW: Tinham várias plataformas? Como poderiam ir de um andar para o outro?

CG: Sim. Havia várias.

DW: Lembra-se quantas eram?

CG: Permaneci principalmente, dentro de quatro pisos, mas creio que havia pelo menos, nove.

DW: Tinham uma designação específica? Um nome para cada um?

CG: Sim. Eles tinham designações para cada área. Havia o "nível 1". A seguir, o traço (-), que iria indicar o rumo, como "um traço A" (1-A), "um traço B" (1-B).

DW: Alguma dessas áreas estava sinalizada com um código de cores? As paredes tinham um certo aspecto para dar a conhecer que estava num local determinado?

CG: Bem, algo comum, eram as linhas coloridas no chão que iriam conduzi-lo. Mas melhor ainda, sabíamos onde estávamos através da designação do número na porta.

DW: Você disse que a Aliança tem a intenção de transferir esta tecnologia para a Humanidade, logo após a divulgação.

CG: Sim. O plano é esse. Depois de haver uma divulgação completa e de passar pelo processo de lidar com a divulgação de informações completas e ainda por quaisquer ensaios que sejam necessários e lidar psicologicamente com todo o processo, então todas estas tecnologias vão ser trazidas para a Humanidade, para basicamente mudar as nossas vidas de escravos da dívida que trabalham todos os dias, oito ou nove horas por dia para pagar o aluguer e ver TV durante algumas horas,  em seguida ir dormir, e repetir o mesmo todos os dias, e toda essa mudança a fim de termos um tipo de vida completamente diferente.

DW: Quem decide quem vai para o espaço? Vai haver algumas restrições sobre quem tem permissão para ir?

CG: Não tenho nenhuma idéia de como isso vai funcionar. Sei que, supostamente, vai ser uma civilização do tipo “Star Trek”. Sei que, eventualmente, vai haver turismo para muitos lugares do Sistema Solar. E vai haver muitos tipos de carreiras / actividades para as pessoas.

DW: Pensa que há naves suficientes onde muita gente poderia ir muito rapidamente, se quisesse, logo que surja toda esta situação?

CG: Creio que sim. Sim. Acredito que há embarcações suficientes já criadas e que poderíamos usar para fins não militares.


DW: Bem, foi realmente incrível. Quero agradecer-lhe novamente por estar aqui e quero agradecer a presença dos espectadores. Quando se começa a ter muitos detalhes específicos... pode-se avaliar melhor quando as pessoas estão a mentir. Começam a hesitar e a linguagem corporal também se altera. Falei muito consigo sobre estas coisas e de cada vez que lhe faço perguntas, aprendo coisas novas e estou convencido de que o que está a contar-nos realmente aconteceu. Considero que há amplas evidências para prová-lo, baseadas na maneira como se relaciona com tudo o resto. Então afirmo, novamente, que o considero um herói por ter avançado e divulgado este assunto e, de facto, quero agradecer-lhe pelo seu serviço prestado à Humanidade.

CG Obrigado.

DW: Obrigado.


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